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Em nome do pudor da sociedade (hipócrita)



É preciso conter esses excessos fraternos.
Parar de expressar ternura diante os problemas alheios,
não ter remorso por fazer o outro esperar,
deixar de se emocionar com o sorriso amigo,
não beijar em público quem conta suas historias,
disfarçar o brilho nos olhos ante as conquistas de outrem,
dissimular a preferência pela companhia dos demais...
Assim a sociedade não te discriminará.


(Karina Klinke, verão 2012)

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