Oi, mãe! Queria poder conversar com você agora, mas não está mais aqui. Então, nos meus pensamentos, converso com você: O que faço nesta situação em que me encontro? Essa é a dúvida, mas cadê você pra me dar aquele olhar compassivo, aquele sorriso maroto, e me perguntar: como lidar com isso? Será que inventei essa pergunta sozinha ou você realmente me fez algum dia? Acho que isso não importa agora, bom é que você me deixou esta herança: perguntar sempre, não ter medo da dúvida, ela é o impulso para o encontro comigo, no agora. Agradeço sua presença em mim! (Karina Klinke, dia das mães/2026)
Leia, escreva, experimente!