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Mostrando postagens de janeiro, 2012

Chuvas de verão

Teci minha rede de sonhos e fiz um rascunho de tudo o que era belo.  Foi então que descobri lindeza onde ninguém a via e dor quando todos sorriam.  Um paradoxo tão simples que me fez chorar, como tudo que é singelo faz sentir.  Idas e vindas, prazeres insólitos, costumes rompidos...  Como diz Marcelo Camelo, "a estrada vai além do que se vê..." (Karina Klinke - verão, 2012

2012

Chegou manso, molhado. Jogou sua cabeleira gotejante sobre nós Como que dizendo: envolvo-te, possuo-te. E foi nos tomando, cabelos, rosto, braços, tronco, pernas, pés, Lenta e suavemente. Depois, noite estrelada e a lua a nos mirar... Quero-te assim, 2012! Cada dia um chegar diferente. (Karina Klinke, verão, 2012)