Chegou manso, molhado.
Jogou sua cabeleira gotejante sobre nós
Como que dizendo: envolvo-te, possuo-te.
E foi nos tomando, cabelos, rosto, braços, tronco, pernas, pés,
Lenta e suavemente.
Depois, noite estrelada e a lua a nos mirar...
Quero-te assim, 2012!
Cada dia um chegar diferente.
(Karina Klinke, verão, 2012)

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