Ah, o tempo...
uma incógnita.
Passa ou se renova?
O ontem de hoje,
eram trevas,
altera-se em regozijo.
A lua,
há tempos minguante,
fica cheia.
O bar, a música, o perfume,
antes lembranças,
agora são prazeres.
As lágrimas vertidas
viram sorrisos regados
ao doce som das palavras.
O relógio,
ainda mais lento,
aguarda o próximo encontro.
(Karina Klinke, outono 2014)

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