Muitas vezes pensamos que trilhamos o caminho certo
Ou ao menos um caminho bom.
Dá-se um passo, dois, depois mais um
Tudo parece possível
Heis que no meio do caminho tinha uma pedra
Exu Tranca-Rua sai à frente
E agora, José?
Sei não...
O jeito é ler poesia,
Escrever para cuspir o fogo
Correr pra se sentir em movimento.
E quando der de parar, soltar o grito:
Cruz credo, que foi isso maquinista?
Volta-se à realidade,
Vê-se que está no mesmo lugar donde partiu
Ou noutro, pior, melhor, nunca se sabe
Mas tem-se que continuar em movimento
Tem que se olhar no espelho de novo
Encarar a si e o que de si não se tem mais
Olhar pro outro e enxergar
Tudo o que de seu fê-lo assim.
Ah, dor infinita do erro!
(Karina Klinke, primarvera 2012)
Ou ao menos um caminho bom.
Dá-se um passo, dois, depois mais um
Tudo parece possível
Heis que no meio do caminho tinha uma pedra
Exu Tranca-Rua sai à frente
E agora, José?
Sei não...
O jeito é ler poesia,
Escrever para cuspir o fogo
Correr pra se sentir em movimento.
E quando der de parar, soltar o grito:
Cruz credo, que foi isso maquinista?
Volta-se à realidade,
Vê-se que está no mesmo lugar donde partiu
Ou noutro, pior, melhor, nunca se sabe
Mas tem-se que continuar em movimento
Tem que se olhar no espelho de novo
Encarar a si e o que de si não se tem mais
Olhar pro outro e enxergar
Tudo o que de seu fê-lo assim.
Ah, dor infinita do erro!
(Karina Klinke, primarvera 2012)
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